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Por De Paiva e Pam Berzoini | Publicado em 14/10/2008
Grande destaque da cena hard rocker carioca, o Pleasure Maker acaba de lançar seu segundo disco, Twisted Desire. Nesta entrevista, a banda fala sobre este lançamento, expectativas para a carreira e sobre o retorno a BH, para a segunda edição do HardZone Festival. Confira!
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O Pleasure Maker acabou de lançar seu segundo trabalho, Twisted Desire. Qual o destaque desse novo trabalho? Quais as diferenças em relação ao álbum anterior?
Olá a todos! Os destaques desse disco são as próprias músicas em si; não a guitarra ou a voz isoladamente e sim o conjunto da obra. A diferença principal com relação ao primeiro disco está na forma como as músicas foram compostas; as músicas agora são mais diretas, foram todas compostas a partir do refrão.
Mudanças na formação são uma constante em muitas das bandas que conhecemos, e no PM, não foi diferente. Qual o impacto que essas últimas mudanças trouxeram?
Um grande impacto foi a entrada do tecladista Sandro Rossi. Pois, como este posto estava vago, a gente agora pode explorar muito mais os arranjos de teclado! O baixista Andy Starr também se adaptou muito bem à banda e tem contribuído bastante! Membros novos sempre dão um novo gás!!!
Como é o processo de composição da banda?
Neste disco, trabalhamos as músicas todas a partir de seus refrões. Até as letras vinham antes da parte instrumental. Dessa forma, os refrões se tornaram mais fortes e isso fez com que toda a música ganhasse!
Vocês acham que o som do Pleasure Maker pode ser comparado a algo? Quais influências são marcantes na musicalidade da banda?
Olha, muita gente compara a gente com uma porção de bandas diferentes. Cada um acha que tem influência de alguma coisa...eu, sinceramente, não consigo achar semelhança real com nada! (risos) A gente tem muitas influências, como as bandas de Hard Rock (Def Leppard, Ratt, etc) e também de Pop (Duran Duran), até os clássicos (Beatles).
A banda lançou seus dois trabalhos fora do país. Falem um pouco dessa projeção internacional, da receptividade e de projetos futuros sob este aspecto.
A receptividade foi acima do esperado! Demos muitas entrevistas pra veículos de comunicação de muitos países, nosso disco teve ótimas críticas e também tivemos uma menção honrosa pra música do ano pra Just Thinkin' About U em 2005 no site melodicrock.com. Lançar os discos lá fora são marcos muito importantes, até mesmo aqui pro Brasil, pois sabemos que há ainda um grande preconceito dos brasileiros para com as bandas nacionais...como se o público estrangeiro tivesse que elogiar primeiro pro brasileiro também aceitar aquela banda que já estava aqui! No dia 7 de Outubro nosso disco está saindo pela Perris Records nos EUA, também será vendido na Europa e novamente no Japão! Esperamos ir ainda mais longe, esperamos atingir a América Latina toda também!
Como vocês vêem o cenário hard rocker no Brasil? Acham que já existe um "movimento" de novo?
Bom, nem nos anos 80 a gente tinha um movimento real no Brasil. Mas, sem dúvida, o crescimento do cenário é inegável...então, acho que, em âmbito nacional, já estamos melhores do que naquela própria época! (risos) Acho que isso é mérito das bandas que procuram se profissionalizar (e assim convencer mais gente a levar o estilo a sério), do público e todos aqueles que trabalham com produção de evento, arriscando seu dinheiro e acreditando no estilo!
Em 24 de Outubro o Pleasure Maker será headline do HardZone Festival. Como é tocar pela segunda vez na capital? O que o público mineiro pode esperar da apresentação de vocês?
Bom, é uma honra ser Headliner em BH! Vai ser muito bom tocar aí de novo! Eu tenho um carinho especial com o público de Minas, até por causa de bandas que já tive antes e tocaram aí também. Sempre fui muito bem recebido! O público de Minas é único! E podem esperar um show muito bom! Nós vamos dar o nosso melhor!!!
Valeu pessoal da Hardzone pelo convite e vejo vocês no dia 24!!!!
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